|
Modernos
Equipamentos de parede refrigerada para
NITRETAÇÃO A PLASMA
Instalações
de Nitretação a Plasma da Nitrion
Vamos esclarecer agora o porque
que a Nitrion do Brasil aposta na
tecnologia de parede refrigerada:
-
A
NITRETAÇÂO
a Plasma pulsado destaca-se entre os
métodos de nitretação por uma
série de
características especiais, tais como, por exemplo, a baixa
temperatura de nitretação (Pequenas
Deformações), a formação
seletiva de
camadas pelos parâmetros de processo e o fácil
isolamento
de determinadas áreas de superfície contra a
nitretação. Além do mais, a
nitretação a plasma pulsado oferece alta
eficiência
energética em comparação com a
nitretação a gás.
-
No
decorrer do
tempo, duas
vertentes tecnológicas se
destacaram
na nitretação a plasma: a da “parede
fria” e a da “parede
quente”.
-
A tecnologia de
“parede
fria” consiste em um
equipamento que aquece as
peças apenas com a ajuda do plasma, dispondo de
câmaras
que possuem paredes refrigeradas à água.
- Na tecnologia da
“parede quente”, as
peças são aquecidas
mediante o aquecimento de parede num recipiente isolado do
calor.
O processo nitretação a plasma é
ativado somente
após o aquecimento.

- FIGURA
1: equipamento de parede fria
- Na qualidade de
prestador de serviços de
nitretação a plasma, a Nitrion GmbH da Alemanha
utilizou,
por mais de 20 anos, a tecnologia de parede fria, evoluindo-a
substancialmente durante este período. Muitas vezes nos
indagam,
porque optamos por esta tecnologia.
Para poder dar uma
resposta consistente, deve ser considerada a
história da evolução da tecnologia de
parede
quente.
- Nos anos 80 do
século 20, a tecnologia dos semicondutores
ainda
não estava aperfeiçoada o bastante para altas
voltagens
elétricas serem controladas, o que foi um impecilho no
desenvolvimento da nitretação a plasma pulsado.
- O aquecimento das
peças demanda três a quatro
vezes mais
energia elétrica do que o próprio processo de
nitretação. Por esta razão, sistemas
adicionais de
aquecimento tiveram que ser instalados para aquecer cargas de
dimensões economicamente viáveis. Quando,
porém, a
superfície da carga num equipamento deste tipo
alcançar
um determinado tamanho, ou seja, o carregamento for feito com grande
densidade de acondicionamento, uma acentuada queda de tensão
é observada. Estas quedas de tensão geram um
campo
elétrico heterogêneo, resultando
numa camada de
nitretação não uniforme daquelas
peças que
se encontram no centro do recipiente.
- Mediante
a
tecnologia moderna de semicondutores, a Nitrion desenvolveu
geradores de plasma, capazes de desenvolver correntes de pulso de
até 2.000 amperes, evitando esta queda de tensão.
Isto
proporciona curtos períodos de aquecimento, cujos limites
são determinados pela geometria das peças
(retardação). Desta forma, o aquecimento da
parede
adicional não é mais necessário.
Dependendo da
geometria e posicionamento das peças na câmara de
nitretação, o aquecimento será mais
rápido,
chegando perto ao da nitretação a gás.

- FIGURA 2: Carga
com alta
densidade de acondicionamento
- Isto não
se refere apenas a peças produzidas em
série – também cargas mistas com alta
densidade de
acondicionamento podem ser tratadas de forma eficiente. Os
parâmetros de processo são ajustados para apenas
quatro
grupos de peças: “fundidas”,
“sem liga”, “de baixa liga”, e
“de
alta liga”.

- FIGURA 3: Carga
mista
- No que se refere a um
menor consumo de gás e energia no
processo, a nitretação a plasma representa uma
alternativa econômica à
nitretação a
gás.
- Nesta
comparação, porém, deve ser
mencionado
ainda, que a automação e comando
necessário para o
processo de nitretação a plasma é bem
mais
complexo que na nitretação a gás. Em
equipamentos
de parede quente, esta complexidade é aumentada pela
existência de duas fontes de calor. Neste caso, um argumento
muito citado é que exatamente esta propriedade proporciona
ao
usuário a possibilidade de alterar a
distribuição
da temperatura de carga durante o processo. Controlar este procedimento
de forma confiável e repetitiva não é
fácil, podendo criar mais problemas na qualidade do que
evita.
Também o aquecimento em zonas individuais irradia calor para
superfícies que não necessitam de calor
adicional. Desta
forma, os circuitos de controle do aquecimento adicional e do gerador
de plasma se influenciam mutuamente. Para controlar quanto
calor
o plasma dissipa, num comando convencional, deve-se alterar
tensão, causando forte influência no resultado da
nitretação. O controle de temperatura da Nitrion
possibilita a mudança de temperatura mantendo constante a
tensão de nitretação, o que significa
a
formação uniforme de camadas, decisiva na
obtenção da boa qualidade.
- Além
disso, os equipamentos de parede fria são
mais
econômicos com relação a sua
aquisição e manutenção. A
falta do
aquecimento de parede significa um melhor aproveitamento de
espaço e períodos de resfriamentos mais breves,
pois
nenhum isolamento evita completamente a troca de calor.
- Equipamentos
convencionais de parede fria possuem um fluxo
contínuo de água fria, retirando grandes
quantidades de
energia do recipiente durante o processo. Isto significa que o
equipamento de parede fria consome nítidamente mais energia
do
que os equipamentos de parede quente. A Nitrion afastou esta
desvantagem pela introdução do abastecimento
descontínuo de água de resfriamento
“quente”: a
temperatura de avanço é de 45º C e a
água de
resfriamento permanece na camisa de refrigeração
até alcançar a temperatura de 55º C.
Apenas naquele
momento, as válvulas serão abertas, correndo a
água de resfriamento até que a temperatura caia
para
45º C.
- Este procedimento
retira apenas o calor do recipiente
necessário
durante o processo. Com isto, a eficiência do equipamento
fica
praticamente equivalente ao de parede quente (atente para o fato, que o
plasma demanda mais energia que necessária para manter a
temperatura da carga constante, de forma que, a princípio,
um
determinado grau de resfriamento geralmente é
necessário,
independendo do tipo de parede). Ao mesmo tempo, existe um circuito de
água fria, a fim de manter os períodos de
resfriamento
mais curtos.

- FIGURA 4: altura
variável
- Alem do mais, os
equipamentos de parede fria possuem a enorme vantagem
de variação de altura, de forma que o tamanho do
recipiente possa ser adaptado às necessidades do
usuário.
Por esta razão, consideramos a tecnologia de parede fria, em
conjunto com um gerador de plasma e mais um comando
específico
adequados, como tecnologia mais vantajosa no que se refere ao fator de
custos.
- Detalhes
das instalações para a
Nitretação a Plasma
- A Nitrion do Brasil
Ltda também oferece, além de
tratamentos termoquímicos de superfície modernas
e
completas instalações de
Nitretação a
Plasma com projetos e fabricação desenvolvidos
com
tecnologia própria.

|

|
|
Instalação
de
Nitretação a Plasma da Nitrion:
Painel de controle de fácil
visualização
|
Detalhe:
Controle por CLP com
gerenciamento totalmente automático do
carregamento e visualização do processo |
No atual estágio da técnica para o processo de
tratamento
térmico de superfícies por plasma
(nitretação,
nitrocarbonetação,
oxidação) são usados recipientes com
paredes
aquecidas, com o plasma sendo alimentado em forma de pulsos. Esta
técnica garante o mínimo de
deformação na
peça e alta reprodutibilidade da carga.
Instalação
Tipo |
Poténcia
|
Corrente
de Pulso
Nitretação
a
plasma
|
Dimensões
do
Recipientes |
|
|
|
de
mm Diâmetro
do
base |
*
Altura |
PN 70/180
|
160
Kilowat (Kw)
|
1000
A (=2 interpolações/módulos por 500A)
|
700
|
1800
|
PN 120/180
|
160
Kw ou 240 Kw
|
1000
A (=2 interpolações/módulos por 500A)
|
1200
|
1800
|
PN 200/200
|
240
kw, 360 Kw ou 440 Kw
|
1000
A (=2x 500A)
Opção
a 440 Kw quota de poténcia: 2000 A (= 4
interpolações/módulos
por 500 A)
|
2000
|
2000
|
*
Sob pedido podem ser fornecidos recipientes
com outras
dimensões!
* Com adicionamento do Recipiente pode será aumentada a
altura
do Recipiente
|
Os recipientes das instalações da Nitrion
são
construídos como fornos de campânula. Para o
carregamento
e a descarga, a campânula é levantada, o que
permite
acesso à carga por todos os lados.
As
instalações de
nitretação a Plasma da
Nitrion podem ser construídas como
Monoinstalações
(uma só instalação com apenas uma
única
base) ou como Tandem (1 campanula intercambiavel com duas bases de
carregamento).
As
Monoinstalações são as
instalações de tratamento térmico mais
usadas,
consistindo de uma unidade de controle/unidade de
alimentação de corrente e um recipiente para o
tratamento
térmico. Característico nesta
instalação
é que a nova carga só pode ser preparada quando a
carga
anteriormente tratada estiver resfriada e descarregada.
As
instalações Tandem (Intercambiaveis)
estão
equipadas com dois recipientes, conectados a um único
controle/unidade de alimentação de corrente.
Enquanto o
recipiente A é usado para fazer o aquecimento e o tratamento
térmico, usa-se a base do recipiente B para fazer a carga
com a
colocação da campânula. Tão
logo o processo
de resfriamento inicia no recipiente A, o controle comuta
automaticamente para o recipiente B e ali inicia o processo de
aquecimento e nitretação a plasma.
A
comutação do controle é feita
automaticamente,
isto é, também à noite e nos finais de
semana.
Técnica
de Controre
A
medição da temperatura é feita
diretamente na
peça a ser tratada, o que garante uma
determinação
bastante exata da temperatura e, conseqüentemente, uma
altíssima reprodutibilidade do processo.
O
controle por CLP (Controle Lógico Programável)
permite
um gerenciamento totalmente automático da carga com perfeita
visualização do processo.
Vantagens
dos Geradores de Pulsos aplicados nas
Instalações da Nitrion:
- fácil
operação
- alta confiabilidade
- construção
que requer
pouca
manutenção e
assistência técnica
- resistente
à curto circuito e
sobrecargas permanentes
- fácil
preparação no
processo
Pós-oxidação
A
oxidação das superfícies nitretadas
está
sendo aplicado há bastante tempo na indústria
automobilística na produção de
peças em
grandes séries para melhorar a sua resistência
à
corrosão.
Neste
processo, o ferro livre e o nitreto de ferro são
transformados num espinélio de óxido de ferro
estável, onde a camada de ligação
é
revestida com uma camada química de
proteção de
aprox. 1 ìm de espessura.
Esta
pós-oxidação também
pode ser feita
após ter sido aplicado o processo de limpeza por jateamento
com
micro esferas de vidro. Com a redução da
rugosidade
obtém-se um revestimento óxido preto brilhante
com
excelente ancoragem à camada de
ligação.
A
pós-oxidação pode ser aplicada no
processo como
parte do tratamento por nitretação.
Nitrion do Brasil Ltda.
Rua Lourival Jose da Silva, 120
Balrro Quati
CEP 89270-000 - GUARAMIRIM S.C.
Fone +55 (47) 3373-8444
Fax +55 (47) 3373-8191
E-mail : nitriontecnology@terra.com.br
|